O IMATERIAL QUE CONTRIBUI EFICAZMENTE!
domingo, 5 de dezembro de 2010
Reflita
Todos nós nascemos vencedores, pois na disputa da fecundação entre 40 milhões de espermatozóides na luta para estarmos vivos no palco da existência humana conseguimos alcançar nosso inconsciente objetivo. Muitos jovens e adultos decepcionado com seus fracassos perdem o desejo de viver, porém DEUS nos dá VÁRIOS MOTIVOS PARA VIVERMOS E CONTINUAR NOSSA ARDUA BATALHA, LEIA: jo 3. 16. Não se desespere Deus está contigo VOCÊ NO MOMENTO PODE ESTAR PASSANDO POR DIFICULDADES, MAS PENSE BEM ELAS SÃO PASSAGEIRAS, PASSAM E VOCÊ PERMANECE.
DIGA NÃO AO BULLYING: Respeito é bom E eu gosto!
UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA
CAMPUS Recife
EDUCAÇÃO E COTIDIANO ESCOLAR
O Fenômeno Bullying nas Escolas
RECIFE / 2010.
CLÉVIA GUSMÃO
EVA VIEIRA
GEISA LOPES
KAYSLAYME ANACLETO
SHEILA VASCONCELOS
SINARA OLIVEIRA
VANESSA RODRIGUES
EDUCAÇÃO E COTIDIANO ESCOLAR
O Fenômeno Bullying nas Escolas
Trabalho de pesquisa apresentado à Universidade Salgado de Oliveira tendo como orientadora a Professora Tânia Maria referente à exigência de VT.
RECIFE / 2010
Apresentação
Este trabalho caracteriza-se como um instrumento de esclarecimento sobre a violência nas escolas denominada como bullying. Sua estrutura foi fundamentada em pesquisas, observações e atuações em sala de aula, durante período de observação de estágio, que detectaram essa problemática que constantemente assombra alunos e professores, e dificultam a socialização e o rendimento escolar de muitas crianças, adolescentes e jovens, elevando o índice de repetência e abandono dos estudos.
Nessa perspectiva, pretende contribuir no esclarecimento e informação teórica dos fatores que causam e motivam essa violência disfarçada, que infelizmente não é novidade, em seu cotidiano e nas várias sociedades e culturas, e a cada momento histórico, é retratado de maneira diferente.
Sugere-se a leitura deste material, colabora para melhor compreensão e entendimento a respeito do bullying nas escolas, servindo como uma fonte a mais de pesquisa sobre este fenômeno incentivando a melhoria na integração e convívio social, o que favorece à qualidade do ensino-aprendizagem.
Justificativa
Quando falamos sobre violência nas escolas, logo pensamos em vandalismo, pichação, agressões e rixas entre professores e alunos. No entanto, esquecemos de que nossas escolas convivem com uma violência mais perversa, e muitas vezes, ignorada, pela falta de conhecimento de pais e professores.
O fenômeno bullying ou cyberbullying (FANTE, 2005) que atualmente, é muito presenciado nas relações interpessoais, pode ser definido como “um conjunto de atitudes agressivas, repetitivas e intencionais feitas por um ou mais alunos – grupos – gang, contra outro, tornando o agredido angustiado, triste, isolado dos demais, sem motivação para estudar” (FANTE, 2005). Assim, por considerar importante e pertinente discutir melhor esta temática, decidiu-se pesquisá-la melhor, e isto, nos impulsionou a escolhê-la como tema na Verificação de Trabalho (VT).
Por ser um assunto polêmico e atual, está cada vez mais presentes no dia a dia de quem lida com crianças, adolescentes e jovens, tanto em escolas públicas quanto em privadas. Nessa perspectiva, o objetivo geral, dessa pesquisa, é promover a conscientização sobre a importância do respeito mutuo, nas relações interpessoais, estimulando a prática da solidariedade embasada na moral e ética de condutas. Espera-se também esclarecer questões relacionadas aos comportamentos e forma de agir dos praticantes ativos e passivos do bullying e dos que sofrem tais agressões.
O Fenômeno Bullying nas Escolas
Bullying é uma palavra de origem inglesa, podendo ser compreendida como um desejo deliberado conscientemente de querer maltratar, fazer sofrer, ou o ato covarde de molestar, humilhar por meio da colocação de apelidos, ameaças, agressões físicas e verbais (DUARTE, 2006) É também considerado como Bullying, as famosas “brincadeirinhas” que constrangem e isolam o indivíduo em seu convívio natural e espontâneo. Nesse sentido, seja na escola ou em qualquer outro lugar, nos quais o sujeito estabeleça relações interpessoais, é caracterizada pela intensidade de sua repetição e o desequilíbrio de poder “bully” (que significa “valentão”) tornando possível coagir os outros através do medo.
Por ser um problema mundial, pode ocorrer em qualquer escola, independentemente, de condições sócio-econômicas ou de raça, cor, etnia etc. Percebe-se que os comportamentos agressivos tem se expandido nas escolas tornam-se motivo de preocupação e investigação de muitos pais e educadores.
Especialistas (FANTE, 2005) afirmam que a problemática, geralmente, tem origem em casa com os familiares, sendo um comportamento reflexo atitudinal da carência afetiva. Nesse sentido, a forma como é imposto o poder e a autoridade parental, através de: maus tratos físicos, pornofonias, ausência de limites e a superproteção, bem como, a falta de dialogo e respeito entre pais e filhos podem encandear-se e levar crianças, adolescentes ou jovens a estes comportamentos anti-sociais, provocando em quem o apresenta pouca empatia, comportamentos explosivos, e até atitudes delinquentes e criminosas, como se percebe em autores do bullying. Portanto,
Em nossos estudos constatamos que 80% daqueles classificados como “agressores”, atribuíram como causa principal do seu comportamento, a necessidade de reproduzir contra outros os maus-tratos sofridos em casa ou na escola. Em decorrência desse dado extremamente relevante, nos motivamos em pesquisas e estudos, que nos possibilitou identificar a existência de uma doença psicossocial expansiva, desencadeadora de um conjunto de sinais e sintomas, à qual denominamos SMAR - Síndrome de Maus-tratos Repetitivos. (FANTE, 2005, p224).
Quando Fante (2005) se refere a 80% de “agressores” que tem a Síndrome de Maus-Tratos Repetitivos (SMAR) ela primeiro classifica os papéis sociais dos protagonistas do bullying como ‘vitima típica’ ou ‘alvo de bullying’, que seriam os que constantemente sofrem ataques, ameaças; ‘vítima provocadora’, é aquela que provoca determinadas reações contra as quais não possui forças suficientes para lidar; ‘vitima agressora’ ou ‘alvos – autores de bullying’, dá mesma maneira que recebem praticam contra outra pessoa reproduzindo a tortura; ‘agressor’ ou ‘atores do bullying’, só praticam e tem como vitimas os mais fracos; e o ‘espectador’ ou ‘testemunha de bullying’, aquele que assiste os maus-tratos, mas não o sofre diretamente e nem o pratica, porém está e convive no ambiente onde isso acontece.
Os alvos desse crime de desamor são pessoas que não dispõem de recursos, habilidades e status para reagir ou se proteger das rixas, brincadeirinhas, perseguições, ameaças, gozações, roubos e até agressões corporais. Eles têm baixa auto-estima, são inseguros, o que geralmente os impede de pedir ajuda, sendo que a maioria deles são, “pouco sociáveis”, tem poucos amigos, são quietos e passivos e não reagem aos atos de agressividade sofridos. Alguns pensam que merecem todo esse sofrimento, passando a ter baixo rendimento escolar, a não querer ir à escola, chegando até inventar doenças para faltar a aula ou chegam a abandonar os estudos, há ainda crianças e jovens que entram em depressão e tentam suicídio, cometendo na maioria das vezes. Essas são muitas das maneiras como os alunos se envolvem com o bullying.
Os espectadores do bullying tornam-se por muitas vezes cúmplices, representado pela maioria dos alunos, que conhecem e convivem diariamente com a violência, e pelo medo de ser a próxima vitima, eles se calam. No entanto, eles não sofrem com as agressões do bullying, mas sentem-se amedrontados e inseguros podendo influenciar negativamente outros que estão a sua volta (FANTE, 2005)
No ambiente escolar deve haver intervenções eficazes contra essa violência disfarçada que é o bullying, pois se não houver atitudes preventivas dessa situação, toda a escola pode ser contaminada causando traumas psicológicos de difícil tratamento (a posteriori), pela sua não superação, que pode deixar seqüelas profundas marcando a história de vida de crianças e jovens.
Em pesquisas realizadas por Duarte (2006) na cidade do Recife, observou-se que alguns dos fatores que estimulam e permeiam a violência nas escolas seriam os altos índices de pobreza, miserabilidade, desamparo político- social, bem como, influências culturais. Percebe-se que, que esses fatores não podem facilmente ser modificados, pois estão relacionados ao contexto político-social. Porém, é necessário que a escola não se isente da responsabilidade em tratar de tais questões, já que é uma instituição voltada à formação integral dos alunos, e entre os aspectos formativos pertinentes à ação didática, está à questão do bullying. Assim, não se pode deixar de esclarecer e tratar dessa temática, alertando para as implicações afetivo-sociais dessa violência que, aparentemente, parece não existir por estar mascarada por “brincadeirinha” de mau gosto.
Nessa perspectiva, apesar de ser considerado um tema bastante recorrente, muitos professores desconhecem os prejuízos educacionais que o bullying acarreta na vida escolar. Por isso, o professor deve estar atento e bem informado, sobre esta questão, não se limitando a escutar relatos superficiais deste assunto, sem buscar um contexto mais específico do entendimento sobre seu surgimento. Sabe-se que, do Ensino Infantil à Formação Superior o bullying pode estar presente no meio escolar. Assim, tanto a família quanto a escola, devem conhecer profundamente este fenômeno e buscar compartilhar, através de diálogo e ações educativas eficazes, uma abordagem pertinente para lidar com esta questão.
Em relação ao trato escolar do bullying, os planejamentos devem ser adaptados à necessidade e realidade da escola, servindo como prevenção e abolição dessa violência que deixa marcas profundas nas pessoas que a ela são submetidas. A abordagem didático-pedagógica bem orientada, no sentido de trabalhar os sentimentos e relacionamentos humanos, evidenciando-se a educação emocional dos alunos e professores, no sentido de respeitar as diferenças, valorizar a solidariedade e a amizade, devem fazer parte do currículo escolar, a fim de serem cultivados e destacarem a importância de se conhecer o outro, ser solidários, valorizando o diálogo e a interação na realização de atividades pedagógicas em grupos, podem ser de grande auxílio no trato dessa questão. Dessa forma, essas estratégias podem apaziguar e diminuir a incidência de brigas, o surgimento de apelidos maldosos, as agressões e etc, sendo que a escola deve buscar também, inserir normas ou regras de condutas construídas coletivamente com alunos, comunidade, pais e professores para evitar o surgimento de casos, e até mesmo punir de forma educativa os autores do bullying.
Considerações Finais
Através dessa pesquisa, buscou-se destacar a importância de um trabalho docente escolar que vise evitar o surgimento do bullying, através da valorização das relações interpessoais que se estabelecem, e que, é fundamental para o desenvolvimento humano, em seus aspectos: psicológico, social, e afetivo.
Seu contexto de discussão busca destacar também a importância da sensibilização de alunos, professores e pais, para esta questão, no sentido de modificarem seus olhar, tendo em vista, uma atuação mais cautelosa e critica em seu trato, a fim de distinguir, perceber e conhecer pessoas que fazem parte de seu convívio social, sabendo lidar e intervir, de maneira adequada, nas diferentes situações nas quais este fenômeno pode surgir. Nesse sentido, a sensibilidade que levou o grupo a conhecer mais a fundo esse tema, deve ser ampliada, na perspectiva de levar esse conhecimento, a outras pessoas, para que possam identificar ou ajudar outras, que sofreram ou sofrem, com essa violência ou mesmo quem a provoca.
Referências Bibliográficas
DUARTE, Renato. Efeitos da violência sobre o aprendizado nas escolas públicas da cidade do Recife. Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 2006.
FANTE, Cléo Aparecida Zonato. Fenômeno bullying: como prevenir a violência nas escolas e educar para a paz. Campinas: Versus, 2005.
A forma criativa de produzir textos através dos contos infantis
Sheila Vasconcelos Aluna do curso de Pedagogia, Orientada pelo Professor Luiz Cláudio.
Resumo
Os textos sempre foram essencialmente fantásticos, trazendo a magia, o encantamento e as emoções, através dessa perspectiva observamos as dificuldades dos alunos da Escola Campo de Estágio Educandário Sonho Infantil em compreender e produzir textos, procuramos então, através dos contos infantis incentivar a produção textual nos alunos, partindo dessa idéia elaboramos um projeto que nos ajudasse a resolver as dificuldades vistas no Estágio. Nosso objetivo foi mostrar o mundo maravilhoso dos contos infantis e como eles podem contribuir significativamente na motivação dos alunos na construção e na produção de seus próprios textos, comparando também com sua realidade envolvendo assim extremamente o aluno em todo o processo de produção textual.
Summary
The texts had always been essentially fantastic, bringing the magic, the enactment and the emotions, through this perspective we observe the difficulties of the pupils of the School Field of Period of training Educational establishment Infantile Dream in understanding and to produce texts, we look for then, through stories to stimulate the literal production in the pupils, leaving of this idea we elaborate a project that helped in to decide them the difficulties seen in the Period of training. Our objective was to show the wonderful world of infantile stories and as they can extremely contribute significantly in the motivation of the pupils in the construction and the production of its proper texts, also comparing with its reality thus involving the pupil in all the process of literal production.
Résumé
Les textes toujours ont été essentiellement fantastiques, en apportant la magie, l'encantamento et les émotions, à travers cette perspective nous observons les difficultés des élèves de l'École Champ de Stage Educandário Rêve Infantile à comprendre et produire des textes, nous cherchons alors, à travers les histoires stimuler la production littérale dans les élèves, en partant de cette idée élaborons un projet qui dans les aidait à décider les difficultés vues dans le Stage. Notre objectif a été montrer le monde merveilleux des histoires infantiles et comme ils peuvent contribuer significativement dans la motivation des élèves dans la construction et dans la production de leurs propres textes, en se comparant aussi avec leur réalité en impliquant ainsi extrêmement à l'élève dans tout le processus de production littérale.
Palavras-chaves: Contos Infantis, Produção de Texto, Reescrita.
Introdução
Esse trabalho é importante na medida em que irá contribuir para a conscientização das crianças, proporcionando a elas um clima favorável para despertar sua criatividade através do uso dos contos infantis sendo estes localizados para contar e recontar historia. Por meio dos contos podem se observar à sequência lógica, utilizar a linguagem oral e escrita, explorar sua riqueza, exercitar a fantasia e a imaginação através da leitura de historias e valorizar esse gênero, trabalhar com contos no processo de alfabetização se faz necessário tendo em vista o contexto social em que vivemos, ricos em textos que retratam nossa realidade. Nessa perspectiva, o presente projeto vem mostrar como é proveitoso trabalhar a leitura e a produção textual partindo dos contos relacionados ao dia a dia do educando, explorando junto a ele atividades que instiguem sua curiosidade e potencialidades, ampliando seus conhecimentos e incentivando em suas iniciativas de se relacionar com o mundo
Desenvolvimento
Temos nos contos infantis, uma imensa contribuição para atrair o interesse e o imaginário dos futuros leitores escritores não só pelo fato de fazerem parte do patrimônio cultural da humanidade, baseados em BETTHEIM (2005) não é só por isso, porém por conhecê-los desde muito pequenos, por meio de seus familiares, também por possuir um caráter lúdico, o conto infantil fascina possibilitando uma maior aproximação com o texto de forma agradável e tranqüila. Os contos infantis fazem com que a criança leia e se emocione com as historias lidas, fazendo dos personagens seus melhores amigos, descobrindo a si mesmo pela leitura e escrita, entendendo ela e descobrindo quem poderá ser. Essa reflexão nos leva a imaginar como é prazeroso se escutar um conto e leva-lo para o cotidiano informal e amoral deixando de exercitar apenas o aprendizado automático e repetitivo, baseado na descontextualização.
...“Tenho afirmado que as práticas de leituras escola, não nascem do acaso nem do autoritarismo ao nível da tarefa, mas sim de uma outra programação envolvendo e devidamente planejada, que incorpore, no seu projeto de execução, as necessidades, as inquietações e os desejos de alunos-leitores. Simplesmente mandar o aluno ler é bem diferente do que envolvê-lo significativa e democraticamente nas situações de leitura, a parti de temas culminantes”. SILVA,Ezequiel (1998).
Por manter uma estrutura fixa, os contos infantis surgem a partir de um problema vinculado à realidade (como estado de penúria, carência afetiva, conflito entre mãe e filho). As crianças com sua inocência, se utilizam dos contos para conseguir lidar como problemas reais, enfrentando-os com coragem de um adulto, as contribuições significativas dos contos infantis que extrapolam a sala de aula, esse gênero textual deve ser utilizado de maneira proveitosa para a produção de um novo texto a parti dele.
Objetivos esperados na utilização dos contos na produção textual
• Estimular a produção textual de diversos gêneros a partir dos contos que a criança conhece e interage no seu cotidiano.
• Despertar na criança o gosto pela leitura e a escrita;
• Confrontar a criança com os problemas vivenciados na realidade;
• Perceber a importância da relação e articulação entre o trabalho e a produção textual a partir da contação do conto;
• Levar os alunos à compreensão de que é possível dramatizar e interpretar os contos de diversas maneiras;
• Identificar-se no conto como personagem, buscando sua identidade própria através das características evidenciadas.
Os procedimentos metodológicos foram os seguintes:
• Fizemos perguntas aos alunos despertando seu interesse sobre o tema: contos de fadas; • Questionamos a origem do conto e a diferença entre contos, fábulas, mitos e lendas;
• Dramatizamos juntamente com a participação dos alunos no conto dos três porquinhos já conhecido entre eles;
• Incentivamos a produção textual a partir da historia original:
Os três porquinhos, com cenário adaptado a sequência dos acontecimentos vivenciados no conto;
• Produzimos um texto coletivo recriando a historia que foi dramatizada;
• Pedimos que criassem textos individuais e ilustrados;
• Solicitamos a leitura de cada texto produzido pelos alunos;
• Estimulamos a eles a reescreverem seus textos para refletirem melhor o que escreveram anteriormente aperfeiçoando assim sua produção.
Considerando o interesse das crianças pelos contos e como interagem com eles expressando sua percepção de mundo, na prática, é interessante trabalhar com contos sua narrativa oralmente indagando e a escrita. Assim, o professor estimula o aluno a ser um observador e um valorizador da realidade que o cerca. Nessa atividade, a idéia básica é fazer as crianças perceberem que através os contos além de poderem ser dramatizadas, eles podem ser recriados e adaptados a nossa cotidiano é importante a notar tudo. Deve-se estimula-las a forma frase e contar histórias que alguns dos personagens as fazem lembrar cenas trechos que mais gostaram . Pode-se escolher uma das histórias contadas e criar uma ilustração individual ou coletivamente. É importante levá-las a fazer registros escritos da história junto da ilustração. O importante é mostrar também o quanto é rico em informações.
Baseando em Silva,(1998) a criança por vivenciar ciclo de criação e recriação do conhecimento, próprio da vida escolar, ocupando a leitura e a escrita de forma significativa o lugar de destaque; não podendo ser confundida com os atos de conhecimento de objetos. O autor relata especificamente a necessidade do ato de ler, tanto para professor quanto para alunos tem que ser analisados criticamente as condições e as formas pelas qual esse ato é conduzido na escola. Porque o processo de escolarização é visto como “aprender a ler e escrever” e quantitativo não quer dizer qualidade. “Professores e seus alunos precisam ler por que a leitura é um componente da educação e a educação, sendo um processo, aponta para a necessidade de buscas constantes de conhecimentos.”
Os alunos do Educandário Sonho Infantil ficaram surpresos com a nossa abordagem diferenciada na apresentação de um conto infantil, pois não lemos para eles a historia dos três porquinhos como é de costume na Escola fazer leituras mecanicamente, porem dramatizamos juntamente com eles o conto e narramos com a contribuição deles também por ser uma história muito conhecida facilitou na espontaneidade deles. Em seguida sugerimos a eles que eles também juntos poderiam criar uma historia também que eles eram capazes então começaram a falar frases soltas sem conexão sem uma ordem adequada para uma narração, intervimos e esclarecemos para eles que era necessário ter um titulo a historia, começo meio e fim, e tudo tinha que se completar ter sentido, a partir dessas orientações os alunos juntos conseguiram criar seu texto coletivo, logo depois eles foram convocados a fazer uma nova historia sendo que essa seria individual e ilustrada eles que antes na escola não sentiam a mínima vontade de escrever ficaram entusiasmado e começaram sua produção de maneira espontânea e voluntária, era tanta criatividade nos títulos, nas historias, que até a professora ficou surpresa com as atitudes deles. Quando terminaram eles mesmos sentiram o prazer de contar em voz alta para seus colegas as suas produções e mostraram suas belíssimas ilustrações, tudo isso conquistado em um único dia. Na segunda intervenção depois de termos avaliado onde eles mais tinham dificuldades trouxemos seus textos novamente para a releitura deles e para a verificação de como poderia ser melhorado, novamente explicamos a estrutura de um texto, de que é necessária pontuação, virgula, parágrafo, travessão e etc. Eles depois de participarem dessa discussão reescreveram e até acrescentaram mais coisas em seus textos.
Considerações Finais
Obteve-se, com a realização desse projeto contos infantis na produção textual a prova clara da importância de se trabalhar com a realidade e o imaginário das crianças , promovendo assim um estimulo natural e curioso para o ato reflexivo da leitura, da escrita e da reescrita, tendo como proveitoso e essencial na desenvoltura das constantes descobertas feitas por elas, como doce magia que encanta, fascina, desenvolvendo não só a linguagem como expressão, opinião, valorização de atitudes como também o afetivo.
Referências Bibliográficas
BETTHEIM, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. Paz e Terra, 2005.
SILVA, Ezequiel Theodoro da. Elementos da Pedagogia da Leitura. Martins Fontes, São Paulo, 2005.
REFLITA
Todos nós nascemos vencedores, pois na disputa da fecundação entre 40 milhões de espermatozóides na luta para estarmos vivos no palco da existência humana conseguimos alcançar nosso inconsciente objetivo. Muitos jovens e adultos decepcionado com seus fracassos perdem o desejo de viver, porém DEUS nos dá VÁRIOS MOTIVOS PARA VIVERMOS E CONTINUAR NOSSA ARDUA BATALHA, LEIA: jo 3. 16. Não se desespere Deus está contigo VOCÊ NO MOMENTO PODE ESTAR PASSANDO POR DIFICULDADES, MAS PENSE BEM ELAS SÃO PASSAGEIRAS, PASSAM E VOCÊ PERMANECE.